Conselho rebelde Líbio volta a afirmar que não quer negociar com Kadhafi

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Um dos principais integrantes do Conselho Nacional Líbio disse nesta segunda-feira (21) que não vai negociar com o ditador da Líbia, Muammar Kadhafi, para terminar o conflito no país do norte da África.

“Estamos em uma guerra porque este ditador nos forçou”, disse Abed al-Hafeez Ghoga em Benghazi, sede dos rebeldes.

“Por isso, nos recusamos a negociar com ele. Queremos ver o seu fim em vez de negociar. Ele é procurado internacionalmente como criminoso de guerra. Ele vai ser julgado por suas ações terroristas contra seu próprio povo.”

Forças ocidentais começaram a bombardear alvos líbios no sábado, em cumprimento a um mandato do Conselho de Segurança da ONU.

O objetivo, segundo as Nações Unidas, é criar uma zona de exclusão aérea que impeça que as forças leais ao coronel Kadhafi, no poder desde 1969, ameace civis.

Um porta-voz do comando militar dos EUA para a África afirmou que entre 10 e 12 mísseis foram lançados durante a madrugada sobre alvos líbios.

Segundo os militares americanos, o objetivo de impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, conforme determinado pela ONU, foi alcançado.

A Líbia é palco de confrontos entre tropas leais a Kadhafi e rebeldes antigoverno desde 15 de fevereiro.
A pesada repressão de Kadhafi aos rebeldes causou milhares de mortes, jogou o país em uma guerra civil e provocou uma crise humanitária.

fonte: G1


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