Bolsa de Tóquio abre com queda de 4,07%

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A Bolsa de Tóquio perdia 4,07% na manhã de terça-feira (9), após os primeiros 45 minutos de pregão, cedendo ao pânico que nesta segunda-feira (8) tomou os mercados de todo o mundo.

No início do pregão no Japão (21h45 desta segunda no horário de Brasília), o índice Nikkei 225 recuava 370,58 pontos, a 8.726,98 unidades.

A Bolsa de Tóquio abriu o dia em queda de 2,04% e acentuou o recuo nos primeiros minutos da sessão, seguindo a tendência mundial da véspera desencadeada pela decisão da agência Standard & Poor’s de rebaixar a nota da dívida dos Estados Unidos.

O índice Nikkei das principais ações abriu em baixa de 185,76 pontos, a 8.911,80 unidades, após recuar 2,18% no pregão de segunda-feira, o que o levou ao pior nível de fechamento em quase cinco meses.
Após alguns minutos de negociações, o índice Nikkei (dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio) já acentuava suas perdas.

Em Seul, o índice Kospi abriu com perdas de 3,29%, a 1.807,88 pontos e atingiu recuo de 5% no início dos negócios.

Também a bolsa de Sidney, que abriu em queda de 2%, caía 5% após uma hora de pregão.

“É provável a venda massiva de ações continue no mundo todo, mas estamos próximos de ver o ponto final dessas vendas”, disse Hiroichi Nishi, diretor da SMBC Nikko Securities, à agência Dow Jones Newswires.

Bovespa
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte queda nesta segunda-feira (8), primeiro dia de negociações após o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos na sexta-feira (5) pela agência Standard and Poor’s.

O Ibovespa acompanhou o movimento internacional e fechou com queda de 8,08%, aos 48.668 pontos. Por volta das 15h20, o Ibovespa chegou a cair 9,74%, ficando muito próximo de ter suas operações suspensas pelo mecanismo intitulado ‘circuit breaker’ – regra que interrompe a negociação das ações por meia hora quando o índice atinge 10%.

A bolsa brasileira registrou nesta segunda o menor patamar de fechamento desde 30 de abril de 2009 (47.289) e a maior queda diária desde 22 de outubro de 2008, auge da crise financeira desencadeada pela quebra do banco Lehman Brothers, quando o Ibovespa caiu 10,18%, e acionou o ‘circuit breaker’ pela última vez.

Bolsas pelo mundo
Nos EUA, as palavras do presidente Barack Obama não conseguiram acalmar os ânimos. Ele disse que o rebaixamento da nota do país foi provocado pelas dúvidas geradas pela disputa política doméstica e que os problemas econômicos do país são solucionáveis.

As bolsas americanas tiveram mais um dia de perdas. O índice Dow Jones caiu 5,55% e o Nasdaq recuou 6,90%. O S&P 500 perdeu 6,66%.

Já as bolsas europeias registraram forte queda e fecharam ao menor nível em quase dois anos.

fonte: AFP


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