Senna assina com Williams e fica no lugar de Barrichello

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Bruno Senna será piloto da Williams na temporada 2012 da Fórmula 1. A confirmação veio na manhã desta terça-feira, em um comunicado oficial do time inglês.

O brasileiro será companheiro do venezuelano Pastor Maldonado, substituindo o compatriota Rubens Barrichello na equipe. Desta forma, o recordista de participações na categoria fica sem um cockpit na categoria depois de 19 anos – a não ser que acerte com a pequena HRT, único time que ainda não definiu seu segundo piloto para esta temporada.

– Sinto-me privilegiado pelo fato de a Williams me ter escolhido como um de seus pilotos. A equipe tem uma grande tradição e espero poder escrever um bom capítulo em sua história – disse Bruno Senna.

Rubens Barrichello se manifestou rapidamente depois do anúncio. O piloto lamentou no Twitter por ter perdido a vaga, mas desejou sucesso para o compatriota.

– Fala galera. Pois é, não estarei guiando o carro da Williams este ano. Desejo ao meu amigo Bruno Senna muita sorte. O futuro está em aberto… – escreveu Rubinho.

Atualmente com 28 anos, Bruno Senna estreou na Fórmula 1 em 2010, justamente pela HRT, sofrendo com um equipamento extremamente limitado.

No ano seguinte, transferiu-se para a Renault-Lotus (atual Lotus), atuando como piloto reserva até a 11ª etapa, quando ganhou a vaga do alemão Nick Heidfeld. Foram oito provas disputadas por Senna, em 2011, e seu melhor resultado foi a nona colocação, na Itália.

O piloto garantiu quatro classificações para o Q3. Mesmo número alcançado, no mesmo período, por seu companheiro de equipe, Vitaly Petrov. No entanto, o brasileiro ficou atrás na soma de pontos, fazendo apenas dois contra cinco do russo no somatório das oito corridas.

Ao todo, foram 26 participações de Bruno Senna na categoria. Ele chega à Williams com um aporte financeiro próximo a R$ 30 milhões, provenientes de três empresas, entre elas o grupo que pertence ao bilionário Eike Batista.

Não é a primeira vez que um Senna vai guiar pela Williams, que já contou com o tricampeão Ayrton Senna, tio de Bruno, em seus cockpits.

Em 1983, ano em que foi campeão britânico de Fórmula 3, Ayrton fez um teste que impressionou Frank Williams, fundador da equipe. Mas a parceria entre ambos só seria concretizada em 1994, quando o brasileiro tentava o quarto título mundial.

Após marcar três poles em em três corridas, o piloto morreu em um acidente nas primeiras voltas do GP de San Marino. Desde então, o time carrega o famoso “S do Senna” adesivado nos bicos de suas máquinas.

A chegada de Bruno ao time de Grove também fecha as portas para outro brasileiro na equipe. Com 325 corridas disputadas, a mais longa carreira de um piloto na Fórmula 1, Rubens Barrichello fica perto de encerrar sua história na categoria.

Desde 1993, ele correu pelas equipes Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn, além da própria Williams, onde competiu nas duas últimas temporadas.

fonte: GLOBOESPORTE.COM


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