Dilma prorroga por mais cinco anos a quebra de patente de remédio contra Aids

efavirenz

A presidente Dilma Rousseff prorrogou, por mais cinco anos, a quebra de patente do medicamento Efavirenz, usado no combate ao vírus HIV.

A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (7).

Há cinco anos, o presidente Lula decidiu pela quebra de patente do remédio, produzido pelo laboratório norte-americano Merck Sharp & Dohme.

“Fica prorrogado, por cinco anos, o prazo de vigência do licenciamento compulsório das patentes no 1100250-6 e 9608839-7, referentes ao Efavirenz para fins de uso público não comercial”, afirma o novo decreto.

Em 2007, o governo brasileiro comprava o Efavirenz a US$ 1,59 do laboratório norte-americano, detentor da patente.

Com a decisão da quebra, passou a pagar US$ 0,44 de um laboratório da Índia. Foi a primeira vez que o Brasil recorreu à medida, prevista no Acordo de Propriedade Industrial (Trips) da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em 2008, o medicamento começou a ser produzido no Brasil, na apresentação 600 mg, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos), que é ligado ao governo.

Desde 2011, a produção supre toda a necessidade nacional do Efavirenz 600 mg. Cerca de 103 mil pessoas usam o medicamento regularmente.

O governo, no entanto, continuou pagando 1,5% de royalties ao Merck Sharp & Dohme. O governo federal repassa o remédio gratuitamente aos pacientes com Aids por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O país também passou a produzir um genérico do medicamento.

fonte: G1


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