Chip substituto do Viagra combaterá a impotência

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O estudos sobre a estimulação elétrica do cérebro podem gerar uma espécie de chip do sexo, que pode acionar o centro do prazer de um paciente. Até hoje, a técnica tem sido usada para o tratamento de doenças, como o Parkinson, mas pode, em uma década, ser aplicada em casos como o de anedonia, em que a pessoa perde a capacidade de sentir o prazer causado pelo sexo ou pela ingestão de comida.

A pesquisa para a aplicação da tecnologia no córtex órbito-frontal, responsável pela sensação de prazer, está sendo realizada por Morten Kringelbach, do departamento de psiquiatria da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e foi objeto de um artigo na revista Nature Reviews Neuroscience.

Tipu Aziz, professor de neurocirurgia que também participa do estudo, prevê que o “chip do sexo” pode ser viável dentro de 10 anos. “Existem evidências de que o chip irá funcionar”, disse Aziz ao jornal britânico Times. “Alguns anos atrás um cientista implantou um equipamento semelhante no cérebro de uma mulher com baixo interesse sexual e ela se tornou uma mulher sexualmente ativa. A paciente não gostou da mudança repentina e, então, o aparelho foi retirado”.

Um dos principais problemas para o uso da tecnologia é a colocação do aparelho no cérebro. A cirurgia é invasiva e pode causar hemorragias. Em uma década, prevê o neurocirurgião, micro-computadores poderão substituir as ferramentas tradicionais e tornar mais seguro o procedimento. “Quando a tecnologia for melhorada, poderemos usar a estimulação cerebral profunda em novas áreas do cérebro. Ela será mais sutil, poderemos ter mais controle sobre sua intensidade e ser capazes de ligar e desligar o chip quando necessário”, afirma Aziz.


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