Operação no Rio que busca suspeitos de estupro coletivo detém uma pessoa

Operação no Rio que busca suspeitos de estupro coletivo detém uma pessoa

Operação no Rio que busca suspeitos de estupro coletivo detém uma pessoa

De acordo com a PM, policiais de sete batalhões participaram da operação, com apoio de cães, helicóptero e blindados

A Polícia Militar prendeu uma pessoa durante a operação que contou com cerca de 70 agentes na comunidade São José Operário, na zona oeste do Rio de Janeiro, para buscar suspeitos de terem participado do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos.

Durante a ação deste sábado (28), policiais de sete batalhões contaram com o apoio de helicóptero, veículos blindados e do Batalhão de Ação com Cães (BAC).

No Morro da Barão, favela integrante do complexo São José Operário, na Praça Seca, agentes do Grupo de Ações Táticas da PM também recuperaram três carros roubados e apreenderam 1.482 papelotes de cocaína e 2.179 trouxinhas de maconha.

A polícia afirmou não ter encontrado resistência de criminosos ao entrar na comunidade, mas, em uma parte mais alta do morro, houve um “breve confronto”. De acordo com os militares, ninguém se feriu.
A nota enviada à imprensa pela Polícia Militar destaca ainda que a operação busca reprimir outros crimes: “identificar os criminosos que praticaram o estupro coletivo contra uma menor de 16 anos, dar maior sensação de segurança a população, prevenção e repressão os crimes de roubo de veículos, roubo de cargas, roubo de rua e o tráfico de drogas”.

O suspeito foi levado para a Central de Garantias da Polícia Civil, que fica na Cidade da Polícia, sede das delegacias especializadas na zona norte do Rio. As investigações do caso estão a cargo da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), porque imagens do crime em vídeo circularam pela internet e em redes sociais.

Terminou por volta de 23h o depoimento do jogador de futebol Lucas Duarte Santos, de 20 anos, suspeito de ter participado do estupro coletivo. Segundo o advogado de Santos, Eduardo Antunes, o depoimento, no qual seu cliente negou participação no crime, durou cerca de uma hora.

O caso é investigado na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), já que imagens do crime em vídeo circularam pela internet e redes sociais.

Além do jogador, que integra o elenco do Boavista, time da primeira divisão do Campeonato Carioca, prestaram depoimento na noite desta sexta-feira Ray de Souza, de idade não revelada, e uma jovem que não foi identificada.

Os três chegaram juntos à Cidade da Polícia, na zona norte do Rio. Na chegada, Souza parou diante das câmeras, acenou, sorriu e disse estar “mais famoso que a Dilma (Rousseff, presidente afastada)”.

Segundo Antunes, que afirmou ter lido os depoimentos dos três, embora defenda apenas Santos, as versões convergiram. Na versão do cliente de Antunes, após participar de um baile funk, dois casais (Lucas Santos, Ray de Souza, a jovem que prestou depoimento e a vítima do estupro) se reuniram em uma casa abandonada no Morro da Barão, na Praça Seca, zona oeste.

A adolescente de 16 anos teria tido relações sexuais com Ray de Souza. No mesmo local e momento, Santos teria tido relações com a outra jovem. O advogado afirmou que os três teriam deixado a adolescente na casa e que não podem dizer se houve estupro em seguida.

De acordo com Antunes admite, Ray de Souza confessou ter filmado a adolescente após as relações sexuais e ter mandado as imagens para um amigo pelo aplicativo de mensagens WhatsApp. O advogado disse não ter visto os vídeos do crime. Segundo Antunes, conforme o depoimento, seu cliente não aparece nas imagens.

Fonte: Último Segundo/Brasil/Estadão/ Agência Brasil e Agência Estado.


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