Força-tarefa encontra revólver, armas brancas e 30 celulares em presídio do RN

Força-tarefa encontra revólver, armas brancas e 30 celulares em presídio do RN

Força-tarefa encontra revólver, armas brancas e 30 celulares em presídio do RN

Operação Phoenix teve início nesta sexta-feira (26) e já foi capaz de retomar controle de pavilhões, limpar escombros e substituir bandeiras de facções

Teve início nesta sexta-feira (27) a Operação Phoenix, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. Em busca realizada por agentes penitenciários da força-tarefa federal e por agentes do Grupo de Operações especiais (GOE) foi encontrado um revólver e uma grande quantidade de armas brancas, além de 30 celulares.

A operação marca o começo dos trabalhos que serão feitos pela Força-tarefa de Intervenção Penitenciária no estado e tem como objetivo a retomada de poder dentro da prisão.  A ação permitiu reestabelecer o controle nos pavilhões quatro e cinco de Alcaçuz , que haviam sido tomados por presidiários da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Além disso, detentos dos pavilhões um, dois e três, onde estão integrantes do Sindicato do Rio Grande do Norte, foram mobilizados para ajudar na reconstrução do presídio, trabalhando no recolhimento de escombros da prisão.

Ainda pela manhã, por volta das 9h, as bandeiras das facções criminosas foram retiradas e substituídas pelas bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Norte. Veículos carregando materiais de construção para a reforma do presídio começaram a chegar ao local. Os policiais do GOE já deixaram Alcaçuz, mas a penitenciária permanece ocupada por agentes da força federal.
A força-tarefa foi criada em meio à crise dos presídios brasileiros, pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Na quinta-feira (26), 78 agentes penitenciários chegaram ao Rio Grande do Norte para participar da ação de tomada de controle e para ajudar com os trabalhos em Alcaçuz. Os agentes, que devem permanecer no estado por 30 dias, foram enviados de São Paulo, do Ceará, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal.

A crise na penitenciária do Rio Grande do Norte teve início no dia 14 de janeiro, com uma rebelião que resultou em 26 mortes. A revolta foi resultado de confronto entre duas facções rivais: o PCC e o Sindicato do RN.
Atualmente, os grupos criminosos estão sendo separados temporariamente por containers, mas um muro deverá ser construído como medida definitiva. A construção do muro de Alcaçuz não tem previsão para começar, mas deve ser completada em 15 dias após seu início.
Fonte: ùltimo Segundo/Brasil/Com informações de Agência Brasil


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