Marcola e integrantes do PCC são transferidos para regime diferenciado

Marcola e integrantes do PCC são transferidos para regime diferenciado

Marcola e integrantes do PCC são transferidos para regime diferenciado

Justiça de São Paulo autorizou que os presos fiquem recolhidos em cela individual e tenham o banho de sol limitado a apenas duas horas diárias


O Ministério Público de São Paulo (MPSP) conseguiu na Justiça a transferência de integrantes do crime organizado, ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), para o regime disciplinar diferenciado (RDD) pelo período de 360 dias. No RDD, o preso fica recolhido em cela individual e tem o banho de sol limitado em duas horas diárias, além de só poder receber visita de duas pessoas por semana, pelo período máximo de duas horas. A transferência foi autorizada na sexta-feira (10).
Segundo o Ministério Público, os transferidos são: Marco Willians Herbas Camacho (conhecido como Marcola, considerado o líder do PCC ), Valdeci Francisco Costa, Antonio José Muller Júnior, Paulo César Souza Nascimento Júnior, Daniel Vinicius Canônico, Paulo Pedro da Silva, Eric Oliveira Farias, Paulo Felipe Esteban Gonzalez, Márcio Domingos Ramos, Airton Ferreira da Silva e Cleber Marcelino Dias dos Santos.Também foi solicitada a prorrogação da internação no RDD de Wilber de Jesus Merces, Marcos Paulo Ferreira Lustosa e Wanderson Nilton Paula Lima pelo prazo de 20 dias.
A Secretaria da Administração Penitenciária não confirmou se os integrantes do PCC foram transferidos e disse, em nota, que não informa sobre transferência de presos por questão de segurança.
Brigas entre facções
Cinco presos, apontados como líderes do grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC), presos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Natal (RN), foram transferidos para presídios federais. A informação foi confirmada no último dia 31 pela Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejuc) do estado.
A Justiça autorizou as transferências, mas, por questões de segurança, a Sejuc não informou para onde eles foram levados. No dia 14 de janeiro, 26 detentos foram mortos durante uma rebelião em Alcaçuz. O motim envolveu membros das facções rivais Primeiro Comando da Capital e Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte.
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O secretário estadual da Justiça e da Cidadania, Walber Virgolino da Silva Ferreira, disse que o cenário no interior de Alcaçuz após a rebelião entre o  PCC e o Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte era de barbárie, com as estruturas muito danificadas e corpos mutilados. Dois corpos foram carbonizados, um semicarbonizado e todas as outras vítimas foram decapitadas.
Fonte: Último Segundo/Brasil/Ig. São Paulo


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