Eike Batista tem pedido de habeas corpus negado pela Justiça

Eike Batista tem pedido de habeas corpus negado pela Justiça

Eike Batista tem pedido de habeas corpus negado pela Justiça

Empresário está preso preventivamente desde janeiro; desembargadores do TRF-2 rejeitaram a soltura alegando possível risco de fuga para outro país


Desembargadores da 1ª Turma do TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) negou nesta quarta-feira (8) um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do empresário Eike Batista, que está preso preventivamente desde o fim de janeiro na penitenciária de Bangu, no Rio de Janeiro.
O pedido de soltura foi rejeitado pelo desembargador Abel Gomes, cujo voto foi acompanhado pelo presidente da turma, Paulo Espírito Santo. O desembargador Ivan Athié, por outro lado, se manifestou de maneira favorável pela liberdade para Eike Batista .
O advogado do empresário, Fernando Martins, informou que vai recorrer da decisão ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar viabilizar a liberação do proprietário do grupo EBX, que já ocupou a lista dos dez homens mais ricos do mundo.

Entre as razões citadas pelos desembargadores do TRF-2 pela manutenção do encarceramento do magnata, está a viagem dele aos Estados Unidos pouco antes da decretação de sua prisão, o que poderia ter representado uma tentativa de fuga.
Histórico
O empresário foi preso por agentes da Polícia Federal no dia 30 de janeiro, durante a 34ª fase da Operação Lava Jato , após desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. Ele estava vindo de Nova York, nos Estados Unidos. O magnata está preso no Complexo de  Gericinó, na zona oeste do Rio de janeiro.
Proprietário do grupo EBX, Eike é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção que atinge o ex-governador do Rio Sérgio Cabral , que também está preso.
Em fevereiro, a Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) contra Eike, Sérgio Cabral, a mulher dele, Adriana Ancelmo, e outras seis pessoas. Eles passam a ser réus no processo.

Cabral e Adriana foram denunciados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Já Eike Batista responde por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A força-tarefa da Lava Jato acusa o dono das empresas do grupo EBX de ter feito dois pagamentos ilegais de US$ 16,5 milhões e outro de R$ 1 milhão ao ex-governador em troca de benefícios nos negócios.

Fonte: Último Segundo/Política/Com informações da Agência Brasil


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