Subsecretário preso em operação ligada à Lava Jato é exonerado no Rio

Subsecretário preso em operação ligada à Lava Jato é exonerado no Rio

Subsecretário preso em operação ligada à Lava Jato é exonerado no Rio

Além de Velloso, o diretor da RioTrilhos, Heitor Lopes de Sousa Júnior, também foi detido; ambos são suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro


O subsecretário estadual de Turismo do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Velloso, foi exonerado nesta quarta-feira (15), um dia depois de ser preso pela Polícia Federal em um desdobramento da Operação Lava Jato . O ato foi publicado na edição desta quarta do Diário Oficial do Estado.
Além de Velloso, o diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (RioTrilhos), Heitor Lopes de Sousa Júnior, também foi detido nesta terça-feira (14). Ambos são suspeitos de terem participado de um esquema de corrupção na construção da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro .
De acordo com a Polícia Federal, Velloso e Heitor Lopes participam de um grupo criminoso responsável pela cobrança de propina e lavagem de dinheiro em obras que incluem a Linha 4, que liga Ipanema à Barra da Tijuca.
Essa etapa da Lava Jato foi aberta por ordem do juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio e tem como base o acordo de leniência da Carioca Engenharia.

Segundo o acordo, o esquema de corrupção que existia na Secretaria de Obras do Rio de Janeiro – com a cobrança de propina das empreiteiras envolvidas em contratos bilionários de obras civis – se repetia na Secretaria de Transporte.
Os dois presos seriam encarregados de procurar empreiteiras para executar obras, cobrando vantagens indevidas. Eles foram indiciados por corrupção e lavagem de dinheiro. A investigação apura a entrega de R$ 5,4 milhões em propina, de 2010 a 2013, para empresas de Heitor Lopes.
A principal forma de esconder a propina era a criação de aditivos que aumentavam os custos de projetos e alteravam o escopo técnico das obras.
Operação Tolypeutes
A Operação Tolypeutes é uma fase da Lava Jato no Rio de Janeiro e conta com a parceria do Ministério Público Federal e da Receita Federal.  O nome da operação foi inspirado no Tolypeutes (nome científico do gênero das espécies de tatu-bola), em uma referência ao “Tatuzão”, equipamento utilizado nas escavações das obras do metrô.

Fonte: Último Segundo/Política/ Com informações da Agência Brasil.


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